terça-feira, 1 de setembro de 2020

TRIO À BEIRA LIS! N 39º 42' 39" W 8º 50' 33"

 "Já chegamos".

Foi com esta mensagem simples, 3 minutos depois das 23h de uma calma noite de segunda feira que o Vítor anunciou por mensagem a eminência do encontro previamente discutido e combinado, carregado de curiosidade e porque não, de esperança, que na prática e pessoalmente tudo e todos correspondessem àquilo que havia sido escrito e mostrado.
O misto de nervosismo e ansiedade que já se havia apoderado de mim durante o dia intensificava-se a cada minuto que passava, a inevitabilidade do momento desejado estava à distância do encontro de dois carros no local combinado.
À distância apercebi-me da chegada deles ao local, e afinal de contas confirmavam apenas aquilo que já me tinham dado a ver nas fotos que tínhamos trocado até àquele dia.
Reconheço que meio sem jeito, tentando mostrar uma confiança e à vontade que naquela altura não tinha, cumprimentei-os e tentei ser simpático. Eles, também não muito faladores, trocaram comigo umas palavras de circunstância, à procura de acertar o passo seguinte do encontro, que se estenderia por ir tomar um copo a um qualquer local no centro histórico da cidade. No carro e pelo caminho, processei mentalmente a abordagem a ter daí para a frente, pela primeira vez senti de forma bem evidente e na prática a dificuldade de estar num eminente trio sexual como terceiro elemento ou elemento extra casal. É bem mais difícil do que parece! Tenho a certeza de que no carro deles se trocaram palavras com as primeiras impressões sobre mim e sobre o momento. Estacionados os carros, caminhamos então em direção a um qualquer bar onde pudéssemos conversar mais um pouco. Sentados numa esplanada, a conversa acabou por fluir com naturalidade. Com todos mais adaptados ao momento, conversamos sobre trivialidades: situações profissionais, viagens... pela primeira vez reparei e olhei para a Sofia pormenorizadamente. Saltaram-me desde logo à vista 3 características que aprecio sobremaneira numa mulher: cabelo não demasiado longo, um pescoço alto e não muito tapado que, na minha perspectiva, dá um toque de sensualidade extra, olhos grandes e expressivos apesar de entre nós os três, ela ser a menos faladora. Confesso que por essa altura também já lhe tinha topado o decote, longe de ser exagerado, que o top ou camisola (não me lembro bem) estrategicamente escolhido permitia observar. As fotos que já me tinham sido mostradas garantiam umas mamocas deliciosas, que até ver o cuzinho reuniam a minha preferência de entre todos os atributos físicos que a Sofia ostenta! Esse foi aliás, um dos pormenores de que me recordo instantaneamente... ter, enquanto andávamos de regresso aos carros, encontrado uma posição favorável para lhe apreciar o rabiosque bem torneado e a marcar de forma justa e atractiva as calças de ganga que vestia.

Chegávamos ao estacionamento, para um dos momentos sempre difíceis nestas ocasiões: o passo seguinte, o da confirmação de que a noite acabaria por ali ou continuaria para um patamar de maior intimidade e presumivelmente, maior prazer. Era também o momento de perceber o resultado da primeira avaliação a que viria a ser sujeito nessa noite. Cabia, nessa altura, ao casal decidir e tomar a iniciativa para o que se seguiria. Para mim, o desconforto da avaliação era agora contraposto por não ter de decidir nada do que se seguiria ou não. O Vítor questionou a Sofia (naturalmente e atendendo ao tipo de envolvimento, a decisão passaria sempre por ela) que, não sendo peremptória, terá dado anuência de uma forma suficientemente esclarecedora para que a noite continuasse. Decisão tomada, seguiríamos para um motel, o único da zona. Pelo caminho e ainda sem sequer atingir o ponto alto da noite, não escondo que me senti muito satisfeito por ter passado um longo e exigente processo de selecção... que nem foi assim tão difícil porque bastou para tal manter-me fiel às minhas ideias e princípios. 

Lá chegados e depois da formalidade inicial na recepção, encontramos um quarto não muito grande, cama redonda e grandes espelhos na parede e no tecto. Enfim... limpo e o suficiente para ajudar a proporcionar um momento giro e agradável. Sentei-me numa cadeira em frente à cama, onde estavam a Sofia e o Vítor, também sentados. A conversa continuou, já com a Sofia desprotegida do casaco e a deixar antever o corpo bastante apelativo com que eu já contava. Momento difícil, era hora de quebrar o gelo. Senti que não seria ajustado ser eu a tomar a iniciativa para aquilo que ainda assim, já sabíamos todos quererem. Como uma senhora que é, a Sofia ficou também à espera de um primeiro toque de assédio de um dos homens que teria ao seu dispor nessa noite. Sinceramente gostava de a ter visto com maior iniciativa naquele momento, mas também achei difícil que assim fosse. Troquei a cadeira pela cama, sentei-me ao lado dela, que ficou entre os dois... acabou por ser o Vítor a abrir as hostilidades, com algumas carícias, às quais se seguiram uns beijos, que deram o mote para que eu começasse também a explorar o corpo dela. Passei a ponta dos dedos pelos ombros da Sofia, pelo pescoço, depois troquei as mãos pelos lábios, para saborear a sua pele muito suave. Tentei ganhar pontos com as carícias e miminhos que por norma as mulheres gostam, mesmo tendo noção de que aquele era um momento mais sexual do que outra coisa qualquer. Do outro lado, o Vítor mostrava-se mais empreendedor, fez a roupa dela desaparecer rapidamente, não sem antes auscultar a minha opinião sobre o soutien da esposa, que era de facto muito giro, mas que por esta altura e na minha cabeça pairava a ideia de que "fica bem melhor sem ele". Roupa da menina tirada, um corpo normal, mas é a normalidade da Sofia que lhe dá um ar incrivelmente sedutor. Tomou então a iniciativa de desabotoar 2 dos botões da camisa que eu trazia vestida, que prontamente e com a minha colaboração foi despida. Tirei depois as calças e as meias, ficando de boxers. Praticamente sem roupa estava também o Vítor que gradualmente se foi ocupando e degustando do corpo da esposa. Primeiro com a atenção virada para as mamas, à qual também me juntei e depois avançando para a parte inferior do corpo. Retirou-lhe as cuequinhas e partiu para um oral rápido, como que apenas a matar saudades, num prelúdio da intensidade crescente que se adivinhava a partir de então. Eu, depois de finalmente lhe ter sacado uns beijos saborosos, desde a oportunidade de lhe saborear a língua marota, pescoço e mamas, estava a adorar o momento. Já com um dos homens de cada lado, a Sofia tirou o meu pau dos boxers já apertados pelo volume da minha inequívoca excitação. Senti que ficou agradada e apressei-me a despir a única peça de roupa que faltava tirar. A Sofia virou-se para o outro lado e começou a lamber e a chupar o pau do Vítor, enquanto que com a mão direita procurava o meu, para se empossar ou afagar e preparar para também o meter na boca! Assim o fez! Deitada de costas, mamou, lambeu e chupou os dois paus alternadamente! Adorei! O broche dela é molhado, intenso, com muita língua e acima de tudo... muita dedicação!! E isso faz toda a diferença. Para mim o segredo e a arte de um bom oral é o prazer e dedicação com que é feito, e a Sofia chupa um caralho de uma forma verdadeiramente intensa e dedicada, tornando esse um momento de enorme prazer e excitação! A mulher calma e comedida, mostrava-se agora mais activa e com maior iniciativa para o que queria fazer. Entretanto o Vítor posicionava-se para a penetrar pela primeira vez na noite, mas nem isso a fez parar de me chupar o pau! Sentia-a deliciada a fazer-me um broche e isso dava-me um prazer enorme. O Vítor começou a foder a cona lisinha, macia e deliciosa da esposa, eu aproveitei para lhe apalpar as mamas, com os mamilos orgulhosa e excitantemente crescidos... ela entretanto sugava, lambia e chupava o meu pau duro e também já em pulgas para a foder. Esperei, evidentemente sem grande pressa, que o pau do marido se deliciasse a abrir e "rasgar" aquela coninha que ali, tão perto e tão longe, me parecia tão bem tratadinha e ávida de sexo. Passados alguns minutos, o Vítor perguntou calmamente à esposa, em jeito de desafio (mas em que sabia já antecipadamente a resposta) se queria experimentar o meu pau. Ao aceno verbal positivo dela, para o qual teve de interromper a mamada longa saborosa com que me havia presenteado, preparei-me para também a penetrar. Preservativo colocado, perguntei-lhe como o queria fazer... a passividade dela na resposta foi um claro indicador de que o deixava ao meu critério. Disse-lhe "fico por baixo", ao qual ela respondeu com um simples "está bem", creio ainda ter soltado um "assim cavalgas-me tu". Colocou-se por cima de mim, em posição de conseguir ser facilmente penetrada, depois e com uma das mãos ajudou-me a introduzir o meu caralho tão duro da minha super excitação dentro de si. Em cima de mim, controlou ela o ritmo e a profundidade da penetração, intercalados com alguns movimentos de fricção, como que a massajar o clitóris em mim. Enquanto isso e de vez em quando, rodava ligeiramente o tronco e o pescoço para beijar o Vítor, que também aproveitava para lhe passar lentamente as mãos pelo corpo, preferencialmente pelas mamas. Confesso que gosto de ver uma mulher por cima de mim, a controlar a situação, gosto de olhar para o rosto ruborizado, o mosdiscar dos lábios de uma mulher a foder! E a Sofia fode maravilhosamente bem! Ficamos nessa posição até eu a sentir a aproximar de um ponto de excitação extremo (não me apercebi se mesmo no auge ou apenas muito perto disso) e depois pedi-lhe para trocar. Senti então que estava eu num dia sim... um nível de excitação enorme, refletida num pau que parecia não parar de crescer e a ficar cada vez mais rijo, um daqueles dias em que parecemos estar numa super forma e capazes de foder horas seguidas. Para além disso, senti na Sofia um prazer enorme no momento que estava a viver e disposta física e mentalmente para aquilo que eu quisesse. Coloquei-a de quatro, braços assentes na cama e numa posição mais submissa, fui metendo gradualmente o meu caralho duro dentro dela. Senti que estava a gostar, inicialmente ainda procurou o pau do marido para o meter na boca, mas o aumentar de ritmo das estocadas faziam-na gemer, não sei se num misto de alguma dor/excitação/tesão/satisfação e passou a concentrar-se mais na foda em si do que noutra coisa qualquer. Pelo meio fiz algumas alternâncias de ritmo, algumas retiradas completas do pau de dentro dela, para depois o voltar a introduzir de uma só vez, noutras colocava apenas a pontinha da glande nos excitantes lábios vaginais. Nunca me irei esquecer da postura dela nesses momentos. Por duas vezes, quando sentiu a ponta do meu pau à porta da sua cona, naquela altura já bem aberta, encharcada e a latejar por mais e mais, tomou a iniciativa de ser ela a projetar o seu cuzinho ligeiramente para trás, de modo a possibilitar e sentir o meu caralho a voltar a entrar centímetro após centímetro todinho dentro dela! Adorei!!! O Vítor, sempre ali ao lado passou para uma posição mais passiva e de observação. Já estive anteriormente na mesma situação e se ele sentiu o mesmo que eu, adorou ver a mulher a ser fodida daquela forma profunda, ritmada e mais "selvagem" e terá sentido um prazer enorme em perceber a mulher a também ter prazer. Forçados os joelhos e a resistência da Sofia e também eu já a ficar exausto pela energia despendida nas sucessivas penetrações profundas, retirei o pau e ambos caímos de imediato para o lado... mas a verdade é que a minha ideia não foi nunca parar por ali! Apenas uns segundos depois e aínda bem "crescido", perguntei-lhe novamente em jeito de desafio "então, estás pronta?". Ela sorriu, com um visível cansaço, mas nada impeditivo da resposta que eu queria ouvir "eu estou". Voltei para junto dela, deitei-a de costas e coloquei-me por cima. Introduzi novamente o meu caralho ainda bem teso na sua cona já bem vermelhinha. Entrou de uma assentada e a partir daí comecei um vai vem ritmado, aproveitando a posição para trocar uns beijos ousados e molhados, que se estenderam pelo pescoço até às mamocas deliciosas. Resolvi ir mais além... prendi-lhe os pulsos contra a cama e aumentei o ritmo e profundidade das penetrações! Os gemidos dela agora já de tímidos não tinham nada, eram bem audíveis e descomplexados e acompanhados de vários olhares cúmplices com o Vítor, que continuava sentado/deitado ao nosso lado a observar atentamente. Naquele momento estabeleceu-se uma tríade emocional difícil de explicar por palavras, e que só quem já esteve numa situação deste tipo poderá entender: eu estava em êxtase por ter a possibilidade de estar ali a foder uma mulher maravilhosa, de outro homem, completamente à vontade e sabendo até que quanto mais e melhor a fodesse, mais satisfeito ele ficava; ele por estar a ver a esposa a ter um prazer incrível ao proporcionar-lhe a possibilidade de variar e conhecer outro homem com a sua total anuência; ela exatamente pelo mesmo motivo, a viver um super momento, com a possibilidade de o fazer com a total concordância e até excitação do marido. Deve ser de uma exuberância emocional indescritível estar ali a foder completamente à vontade, a fazer o que quer e como quer, a chupar ou a lamber outro homem ou outra mulher, a levar na cona ou no cu conforme lhe apeteça e saber que a liberalização para isso é total.
Voltando à vaca fria, ou neste caso à cona quente, era assim que ela estava enquanto recebia cada investida minha. Continuava por cima dela, com penetrações constantes e profundas. A cada uma delas, a Sofia gemia de forma agora mais alta e descontrolada, o que ainda me excitava mais. Aumentei o ritmo e não parei de a foder. Sentia-a suada, sentia-me suado, até que se formou uma gota de suor na minha testa, que de forma inadvertida caiu-lhe sobre o rosto. Pedi-lhe "desculpa", ela respondeu entre dentes e de forma mais ou menos ofegante um "não faz mal". Acho que esse momento ainda lhe elevou a excitação (deve ser fantástico para uma mulher ver e ter ali um homem por cima de si a se entregar de corpo e alma ao momento para a agradar e proporcionar prazer). Escrevo-o porque a partir daí senti o corpo dela estremecer todo, a coninha vibrava notoriamente, envolvendo o meu pau que continuava bem duro dentro dela! Os gemidos e a cara de satisfação dela identificavam um orgasmo intenso! Adorei vê-la a vir-se de forma descomplexada! Acalmei o ritmo, mas continuei a penetrar devagarinho aquele buraquinho apetitoso, como que a anunciar um retorno à calma, mas não era essa ainda a minha ideia. Aos poucos voltei à carga, a aumentar o número de estocadas que ela recebia com agrado. Não resisti eu a um orgasmo (na minha perspetiva) mais do que merecido, ficando só a dúvida se ela também não se voltou a vir de um prazer que não conseguia esconder. Saí de dentro dela e aí sim caí para o lado de cansaço e de satisfação. Passados então alguns instantes levantei-me e fui ao wc, onde retirei o preservativo e refresquei-me. No quarto, a Sofia e o Vítor estavam deitados e abraçados, a trocarem umas palavras que eu (com muita pena) não consegui identificar. Voltei para a cama e deitei-me perto deles, ali ficamos os três à conversa, penso que de temas variados. Lembro-me de ter dito que ela era um estrondo e que estava numa super forma. Já com os corações menos acelerados e depois de um bom bocado a conversar na boa e sem roupa, coloquei-me por trás da Sofia, que estava sentada na cama. Lembro-me de tanto eu como o Vítor a termos presenteado com muitas carícias e miminhos. Passei várias vezes as pontinhas dos meus dedos pelos ombros e costas dela, beijava suavemente a sua pele macia e via o Vítor a fazer-lhe o mesmo nas pernas e nas coxas. Passado algum tempo ele aproximou-se dela e beijou-a, como que a anunciar vontade de voltar à carga. Sentimo-la corresponder afirmativamente a essa ideia, já que com a mão direita agarrou o pau do marido enquanto o beijava e com a outra procurava pelo toque encontrar o meu. É realmente uma delícia a visão de uma mulher a agarrar dois paus como se fossem sua propriedade. Deitamo-la novamente de costas e deitei-me depois eu aos seus pés, afastei-lhe as pernas e com beijos suaves na parte interna das coxas dela, preparei-me e preparei-a para lhe fazer um oral enquanto ela procurava posicionar-se favoravelmente para também ir chupando o pau do Vítor. Aos poucos fui deslocando a minha língua para entre as pernas da Sofia. A cona dela é também ela deliciosa: lábios vaginais bem desenhados e salientes possibilitando uma abertura fácil até com a própria língua, clitóris bem saliente e de fácil acesso, tudo isto também talvez pelo tratamento intensivo que tinha levado anteriormente. Ok, aquilo é elástico, mas leva algum tempo a voltar ao normal depois de tanto e tão bem fodida que havia sido. Apliquei-me naquele minete! Os ligeiros gemidos de satisfação que ela soltava eram de aprovação pelo meu trabalho. Queria que ela ficasse novamente em êxtase e para isso massajei incessantemente o seu clitóris com a minha língua marota, que de quando em vez percorria também todo o comprimento daquela rachinha atrevida, até lhe tocar no cuzinho. Fui audaz, mas isso não me permitiu tirar grandes conclusões sobre se ela gostava ou não de tamanha ousadia. O Vítor massajava-lhe as mamas e apreciava o momento, ela entretinha-se também de vez em quando com o pau dele. Já com a Sofia bem excitada, dei por terminada a tarefa e cedi o lugar ao Vítor. Depois, ajoelhei-me novamente ao lado dela, queria voltar a sentir a língua dela a mamar-me no caralho enquanto ele continuava o oral iniciado por mim. Aproveitei para lhe beijar e apalpar as mamas, ele fazia-a gemer mais e mais! Não sei que técnica usou, se lhe foi também introduzindo alguns dedos na coninha, se foi o acumular de tanto tempo a ser lambida pelos dois, a verdade é que passado algum tempo (e não tanto quanto isso) sentimo-la a vir-se novamente!! A intensidade dos gemidos não engana e lá tínhamos a Sofia outra vez em ebulição e explosão de prazer! Mas... não paramos de a mimar. Orgasmo concedido e ela virou-se mais na minha direção. Ficou deitada de lado e continuava a chupar-me o pau que estava novamente duro e insaciável. O Vítor colocou-se então por trás dela, levantou-lhe ligeiramente a perna esquerda para lhe facilitar o acesso à cona já encharcada de saliva e excitação e penetrou-a nessa posição. Lá estava novamente a Sofia com um dos paus enterrado dentro dela e a chupar o outro. Assim ficámos mais uns minutos, até ele liberar a mulher para mim. Sempre cheio de ideias, sugeri então uma das minhas posições preferidas. Pedi-lhe para se sentar em cima de mim, mas de costas. Gosto muito do Reverse Cowgirl porque possibilita à mulher controlar o ritmo e profundidade da penetração e dá-me a possibilidade de lhe contemplar o cuzinho e de ver a cona dela a subir e a descer, a abafar o meu pau e a fazê-lo desaparecer dentro dela. O quarto possibilitou também que ela ficasse de frente para o grande espelho que preenchia parte da parede. Observei-a a mirar-se, cheia de tesão a foder ali com um até há duas ou três horas estranho, com o bónus de ter o marido ao lado a partilhar o momento com ela. Já a tinha advertido que essa posição era fatal para mim e que não aguentaria muito tempo... e assim foi. Um orgasmo que tenho noção ter sido bastante ruidoso, uma descarga enorme controlada pelo preservativo que ficou cheio de leite daquele momento maravilhoso e para mim inesquecível e que este relato ajuda a perpetuar. Ficamos os três na cama a relaxar mais um pouco e penso que na mente de cada um de nós ecoava desde logo a ideia de que o momento estava ganho para todos! A Sofia resolveu ir tomar um banho rápido e fiquei um pouco à conversa com o Vítor, confesso que ainda me passou pela cabeça ir assedia-la novamente ao duche para mais diversão, mas controlei o ímpeto. Estava eu já esgotado fisicamente e aposto que a cona deliciosa dela também já estaria dorida e a precisar de descanso de tanto e tão bem fodida que foi. Depois concordamos que era hora de regressar a casa, ambos tínhamos ainda uns valentes quilómetros para fazer. Despedimo-nos, obviamente com uma cumplicidade maior do que às 23h03 quando nos havíamos encontrado. Ninguém garante o futuro, mas fizemo-lo com a convicção de que não seria um adeus, mas sim um "até já"!

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